terça-feira, 15 de junho de 2010

Primeiros suspiros de um pai



Ai ai... cá estou eu de volta ao tema.
É que é mesmo irresistível.
Como pode um embrião tão pequenininho (sétima semana, deve ter pouco mais de 13mm, algo como um grão de feijão) causar tanta mudança na vida de um casal?
Em mim as mudanças são físicas. Seios crescendo, cabelos caindo, seios crescendo. Sim. Só isso. Não tenho enjoos brutais, não vomitei nenhuma vez, e só faço xixi durante o dia. Durmo bem a noite toda, e não ando indisposta.
Mas e ele? Por que ele mudou tanto?
Ele chega em casa, e quer saber como estou me sentindo. Faz graça com o tamanho dos meus seios - que eu já chamo de tetas, pois é nisso que vão se transformar em pouco mais de 7 meses - e entra no meu banho para olhar a barriga. Reclama se eu não quero comer, pergunta se passei o hidratante contra estrias. Reclama se comi muito, e pergunta se marquei médico e fiz os exames.
Sempre pergunta como estão as coisas, mesmo que tenha falado comigo há menos de uma hora.
E isso é tão estranho para mim... ele nunca foi muito perguntador. Sempre se preocupou comigo, mas isso é demais. Acho que ele tá virando pai.
Ele chorou quando contou ao pai sobre a gravidez. Acho que pensou: um dia vou ver essa cena se repetir diante de mim.
Ele pergunta de que tamanho está o girininho (eu chamo assim por enquanto), e assiste às ultrassonografias que vejo no YouTube.
Eu mostro as fotos da decoração que pretendo fazer e ele fala: e se for menina?
Falo de nomes, e ele fala primeiro uns nomes legais, depois parte pra brincadeira - ele não seria ele se não brincasse.
A alegria acumula, e quando suspira... parece que dói no peito.
Chega em casa, pega o violão - que comprou há 2 anos do meu irmão e até então quase não tinha tocado, nunca pra mim - e me chama: vem aqui, vou tocar pro bebê.
É... um filho muda mesmo a vida de um homem.

Se ele faz isso com a Trudy, imagina o que vai fazer com o(a) nenê?

sábado, 12 de junho de 2010

Roupa pra namorar

Pra quem não escolheu o que vai vestir hoje com o amor... Seus problemas "se acabaram-se".
Mesmo que você vista PP ou GG.
Essas dicas servem para qualquer dia, mas como tem lingerie ou delicadezas no meio...
Et voilá!


Ignorando toda a onda de frio que está fazendo no hemisfério sul, vocês estão no Nordeste do Brasil (que vamos combinar, mesmo estando geograficamente no hemisfério sul, não dá pra incluir no inverno) curtindo um calor bom e passeando à beira-mar, comendo camarões e tomando água de côco? Aí ele te chamou para um jantarzinho romântico hoje, com direito a dormir olhando a lua na praia? Que tal um visual despojado bem charmosinho? Ou... você está aqui pelos estados sulistas mesmo, mas vocês vão comemorar amanhã de manhã num parque com um piquenique bem gostosinho?
Então que tal? Uma camisetinha básica com estampa divertida (da banda preferida dele - Beatles), um shortinho de sarja (se o frio estiver por aí, lança uma meia-calça fio 40 por baixo...), cinto de lacinho (eu amo!), um colete de malha (mas, se o frio persistir, cardigã de tricô resolve), Conversé xadrez (tá com tudo, heim?) rosa, clutch (amo amo amo) vermelha e pulseiras que unam as duas cores principais da produção - azul e rosa. Se você gosta mesmo de ser fashion, junte o chapéu de dançarino de tango que dá uma classe ao look e aproveie o clima de romance com brinquinhos fofos. Esses cupcakes são o máximo, e ele vai querer dar várias mordidinhas na sua orelha, mesmo que tenha muita comida na cesta de piquenique.

Mas aí ele te chamou pra um super jantar romântico naquele restaurante badalado cheio de mina gata e filhinha de papai (alguém gosta do perfil Paris Hilton?). Ou ele te convidou pra suar na pista de dança até não aguentar mais e depois passar a noite na casa dele, com direito a café da manhã na cama? E como você não pode deixar a peteca cair, meu bem, tá na hora de arrasar e deixar o bonitão ainda mais apaixonado por você, querendo passar direto do restaurante/balada pro M de espelho no teto. Gostou, né?
Lingerie super sexy é item obrigatório nesse look. E aqui temos duas opções pra você se esbaldar. À esquerda, vestidinho de voil tomara-que-caia com corset e calcinha super sexies e românticos; à direita, um look comportado que esconde-mostra o que ele quer ver: o bodie preto com renda (e você, claro). Pra compor, peep toe rosa shock e jaqueta de couro (lembra o que eu falei aqui sobre mistura de texturas?). Aí você me pergunta: e a bolsa? Amiga, na boa? Coloca o RG na carteira do bofe ou no bolso da jaqueta. Ele não vai ser louco de querer dividir a conta com um mulherão desses! Nem pra Paris Hilton ele negaria, vai negar pra você?

E aí? Curtiram? Espero que sim!
Nos vemos em breve com mais looks ou mais novidades sobre meu dia-a-dia pregnant!
Beijocas e Feliz dia dos namorados!

sexta-feira, 11 de junho de 2010

E no meio de tanta gente, escolhi você

Eu sei, mudei a letra da música. Mas foi de propósito.
Hoje eu resolvi falar um pouco de mim. Coisa que não vai ser rara por aqui de agora em diante.
"Daqui pra frente tudo vai ser diferente" (na voz do Flausino, ok? Roberto Carlos é "so last life").
De hoje em diante, eu vou contar, de vez em quando, da minha aventura na vida. A dois. E agora a três (ou mais, quem sabe?).

Uma tarde, lá no começo do namoro, depois de muito amor e carinho (muito bem prevenido, diga-se de passagem), o Amor olhou pra mim e falou, com a mão sobre minha barriga: Sabe? Não é o que eu quero pra gente, mas... se eu tivesse um filho com você AGORA, eu seria o homem mais feliz do mundo.
Me deu medo. De verdade. Eu não tinha nem entrado na faculdade, nem tinha um emprego legal, ele estudando, morando em São Paulo, trabalhando muito. Não era o momento. A gente nunca poderia dividir as trocas de fralda ou as horas em claro por causa de uma cólica. Ia acabar com o namoro recente, e talvez atrasar diversos planos. Mas hoje eu teria um cotoco de cinco, seis anos, correndo e gritando: mãe, liga o Playstation pra eu ganhar de você no Guitar Hero do Aerosmith!
Ah, o Aerosmith... eu não teria visto meu Steven duas vezes, o Ozzy, AC/DC, Metallica.
Mas teria amamentado, teria ido à escolinha e visto seu sorriso se misturar a outros tantos no meio da brincadeira. Teria recebido corações de papel no dia das mães, ido ao parque no domingo, ensinado a pular corda ou andar de bicicleta.
Mas não teria feito a faculdade de jornalismo, e hoje trabalharia mais do que já trabalho. Não teria as tardes livres para orientar no dever de casa ou curar um joelho ralado.
E nessas divagações do que seria ou não seria caso aquele dia eu tivesse engravidado e feito meu amado o homem "mais feliz do mundo", eu chego nos dias atuais.
A gente pensa, se prepara, compra apartamento na planta (em São Paulo), resolve que quer viver junto, deixa o apartamento construindo e compra uma casa na cidade da praia.
Monta a casa e adia certos móveis e eletrodomésticos que julga menos importantes para o funcionamento de um lar. Aí um dia, um vira pro outro, de comum consenso e pensamento, e resolve: vamos ter um bebê. E decidimos que engravidaríamos em maio. Se não fosse em maio, que fosse depois disso. Assim o bebê nasceria no próximo ano, quando acaba a pós do agora marido.
Em 4 de fevereiro minha cartela de pílula está na última bolinha. Olho para ele e digo: é a última. Amanhã começa uma nova vida.
Na tarde do mesmo dia, depois do trabalho, sem nem almoçar corro para o hospital. Minha amiga entra na materdidade para um parto cesárea, quando dará à luz Arthur, meu afilhado. Ele nasce forte, grande, lindo. No dia seguinte, posso conhecê-lo e segurá-lo em minhas mãos. Quando a mãe se afasta, ele resmunga no berço. Na qualidade de madrinha, me sinto na obrigação de acalentar o pequenho Thutu. Nos meus braços, com minha voz baixinha no ouvido, ele se acalma. Minha mãe falou que foi o amor que coloquei nas palavras que o tranquilizou. Sem mais resmungos, ele dormiu no meu colo.
Naquele dia, vendo minhas habilidades recém adquiridas em ninar um pequeno tão pequeno, vejo como é grande a responsabilidade daquela vida em minhas mãos. Um corpo que não tem imunidade, que não suportaria uma queda ou um vírus, ali no meu cuidado.
A realidade de ser mãe se aproximava. Nada de divagações, sonhos acordada de como teria sido. O dia em que as fraldas seriam na minha casa e o choro me acordaria estava mais próximo do que nunca.
Saí do hospital cansada de um dia corrido, mas com energia para correr atrás. Fui buscar o diploma que me esperava há quase um ano na secretaria da Universidade.
Aquele mês passou, e junto com ele foi-se o sonho de engravidar rápido. Não sei porque essa ideia de engravidar logo em fevereiro. Sempre quis passar um Natal com a maior barriga do mundo. Um aniversário meu, talvez. Mas o Natal era primordial.
Março veio, com ele meu aniversário, e de novo se foram os espermas gastos.
Em abril, um sinal. Minha menstruação desceu numa sexta, e no sábado nem sinal dela. Me assustei. Domingo à noite voltou ao normal, mas com um fluxo muito acima do que tinha acontecido antes. A tristeza por mais uma vez não ter conseguido deu lugar a um pensamento de esperança: "vamos engravidar em maio, vai ser o presente de aniversário perfeito para ele".
Maio veio. Dia 10, a aula de pilates aqueceu meus músculos e abriu a pélvis. Eu entrava no período fértil, e o clima de romance do aniversário nos deu uma noite incrível.
No dia seguinte, olhei meu ventre e pensei: Será?
Dali em diante a certeza me perseguia, e quando eu via uma barriga grávida na rua, me dava vontade de rir e chorar.
A TPM começou, e então eu fiquei emotiva. Os seios incharam, algumas espinhas apareceram onde eu não as tinha visto mais desde a adolescência, retensão de líquidos, e aquela oscilação terrível de humor. Começaram as azias, fortes, coisa que não acontecia mais há muito tempo. Estranhei os sinais, e tive ainda mais esperança.
Dia 26, que era o dia D, nada. Dia 27 e 28 também. Dia 29, show do Aerosmith, e eu pensando: talvez a última vez que eu vá ver o Steven de perto. Medo de acontecer algum acidente por aqui, mas muita vontade de fazer xixi. E sede. O show transcorreu perfeitamente, e nenhum sinal. Viemos para casa e eu com o pensamento na minha barriga. Domingo, falei para ele: amor, acho que foi dessa vez que encomendamos nosso herdeiro. Ele pediu que eu esperasse, mas a ansiedade morava em mim.
Segunda liguei pra minha médica e pedi a guia para o Beta HCG. Fui ao laboratório em que minha amiga trabalha, coletei sangue e esperei o resultado em casa, em frente ao computador. Quando ele chegou em casa, dei o resultado: inconclusivo. 41,48 mUI/L, muito próximo dos 50 para reagente, muito distante dos abaixo de 10 para não reagente. Uma pntinha de esperança pairava no ar.
Vendo que eu não ficaria bem em casa, me levou ao pilates. No meio da aula, refluxo e tontura. Ele me buscou e eu chorei no carro, deitada em seu colo. E se eu realmente estivesse grávida, mas não tivesse um bebê saudável dentro de mim? E se eu fosse perder aquele sonho assim, por causa de nada?
A segunda-feira acabou em um pote de sopa.
A terça-feira começou com ansiedade e a triste notícia às amigas mais próximas do tema. Quarta-feira, muito enjoo, muito sono, fiquei em casa. Fiz o teste da tirinha na urina que peguei no posto de saúde. Nenhum dos dois funcionou. O exame de segunda mandava repetir no sábado, e assim foi. Asiedade mil até lá e chegou o dia. 20 minutos antes da hora, saiu o resultado.
Reagente em mais de 399 mUI/L. Gravidíssima.
Chorei, sorri, pensei. Como vamos contar pra família?
Contei pras amigas ansiosas, que pularam e gritaram.
Fomos a um aniversário e contamos a novidade aos amigos que estavam lá, que nos deram os parabéns e desejaram tudo de bom para nós três (ou quatro? oO).
Domingo foi o dia de contar pra família, informar os amigos que ainda não sabiam, e mais comemorações.
Hoje eu estou aqui. Uma semana depois do exame positivo, as emoções aumentaram. Os enjoos passaram por um sobe-desce desenfreado. E as mamas estão cada dia maiores.
E agora eu divago sobre o dia em que a barriga crescer, quando ela (a criança) ou ele (o nenê) vai estar entre nós, quando vou poder ensinar a andar de bicicleta, cobrar o dever de casa bem feito, pedir para esperar o jantar para comer o doce.
E penso em como eu não poderia ter escolhido melhor um pai para os filhos que ainda terei. Ele chega em casa e pergunta se eu já sinto alguma coisa, se estou melhor (mesmo que não tenha tido nada), olha se a barriga está crescendo. Entro na sétima semana contando os dias para a ultrassonografia, quando teremos certeza das minhas contas, e mais certeza ainda de que esse foi o presente de aniversário perfeito para ele. E o melhor presente que Deus poderia me dar.
Um bebê.

E para ilustrar o milagre da vida, o milagre do dia é um arco-íris, muito comum nessa época em que a chuva cai ao mesmo tempo que o sol brilha.
Além do arco-íris há um lugar onde eu posso todos os meus sonhos realizar. E um pote de ouro te espera lá, do outro lado.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Siricuticos e afins (Arte em Casa)

Geeeenteeee!!!
Dona Janaína Abacate minha querida amiga me deixou louquitcha quando fez esse post.
Aí eu fui visitar o blog da Adriana, e quase morri do meu cuore quando vi essas coisas! Sem exagero! Meu coração palpitou, minha mão coçou, e eu dei graças a Deus por estar longe do dia do pagamento (porque sem dinheiro não dá pra comprar, né? ufa!), senão eu gastava os tubos por lá!
Ceramista de mão cheia, e com desenhos lindos e delicados (do jeito que meninas gostam e maridos nem tanto), a Adriana capricha e mata a gente de comichão!
rs
Meninas, fiquem com as fotos!!!

Fala se você não acordava a noite toda pra beber água??? (Dona Adrianaaaa, providencie pinicos de cerâmica!)

Quer jeito mais chique pra colocar queijo na macarronada de domingo (lá em casa não tem macarrão domingo)?

E aquele lanche de amigas com uma queijeira dessas??? Ia matar váááárias de inveja, não ia?? (quem não quer deixar a mulher chata do amigo do marido looouca de vontade de ser você?)

Chá, café, chocolate quente, sopa... ai, como ia ficar mais gostoso!!!

E um cafezinho? Com muito amor pras amigas, pro marido, pros filhos (eu ainda não tenho os meus, mas quero um desses pra guardar pra quando eles vierem, pode???)...

Há! DU-VI-DO alguém conseguir resistir a biscoitos caseiros colocados nesse pote lindo de morrer!!! E duvido mais ainda que alguém mantenha ao alcance de mãozinhas elétricas como Pedro e João, né Jana??? rs

Gente, sabe o que é o melhor? Os preços. São super justos! É só imaginar o trabalhão que deu! A exclusividade (é tudo!) e a delicadeza dos detalhes!
Aí você paga sem dó! Imagina que ela não faz nada em série, tá?
É tudo feito com carinho por mãos delicadas e dedicadas!
Parabéns, Adriana!!! Muita sorte pra você!!!

Quer aparecer aqui? Faz coisas fofas!!!

Amanhã (ou depois) tem post novo... fiz umas comprinhas siricuticadas (criei uma palavra, Caetano!) ontem (por isso o cofrinho vazio lá em casa) e umas encomendas mais siricuticadas ainda!!! Imagina o resultado?

Beijocas no heart de "ocês"!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sorteio no Manga com Pimenta

Meninas, urgente!!!


A Nana, do Manga com Pimenta, está sorteando dois presentes liiindos de morrer!!!
Eu, que coleciono coelhos (de mentira, ok? Senão, um casal seria suficiente para começar uma coleção - ou seria criação? - infinita), adorei esse aqui. E ela também chama de tueeeelhoooo!!! Que linda!
O outro presente é para nós, amantes da cozinha e da boa mesa. Um avental foférrimo com colher de pau de brinde!
Corre lá, meu!
Tá esperando o quê?
Beijocas!!!

PS: Fim de semana produtivo na cozinha. Aprovei uma receita de massa de pastel. Mas só vou postar aqui quando chegar meu cilindo lindo que comprei no Mercado Livre. Porque abrir massa com garrafa de vinho, ninguém merece. Ficaram todos tortos, meus pobres pastéis. "Beleza não põe mesa", já diria a Vó da Aninha.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Inspirações de moda

Hello, peopple!!!
Ando com certas inspirações de moda. Excesso de Esquadrão da moda? Que nada!
Comecei ontem um curso de costura com uma amiga, e descobri que mais uma está lá também.
Adorei!
Sinal de que está voltando (ou não) a tendência do Do it yourself (DIY - Faça você mesma). A intenção é entrar no mundo da moda, e como minha amiga está abrindo uma loja online de moda plus sized (46 adiante), vamos pegar essa onda para criar e fazer peças excluivas para as fofas "all around the world".

Aí entrei no ByMK e criei esses looks, que ficam bom para pessoas do PP até o Extra GG.
Já me despeço, deixando as ideias super fashions (usando a criatividade e as dicas de Isabella Fiorentino e Arlindo Grund.

Vai pra balada? Vai jantar com o namorado? Então usa e abusa.
Vestido romântico de organza com estampa de coração (pode ser de flores, pode ser de poás) como peça-chave da produção.
Na balada, abuse de texturas mais pesadas, como a jaqueta de couro (não esqueça de arregaçar as mangas), a bolsa clutch da Chanel (pode ser fake, tá?) e a ankle boot (super tendência que vai e volta) de zíper. Se estiver muito frio, não hesite em vestir uma meia fio 40, com a cor de sua preferência. Fica lindo! Pra completar, bracelete de prata (ou metal) pesadão.
Pra jantar com o namorado ou sair com as amigas para um chá da tarde, o vestido vai com cardigan de tricô vermelho (paixão), anel de coração (seguir a estampa da roupa nem sempre é bom, mas nesse caso pode. Tá super delicado), clutch metalizada (pra dar um toque de sofisticação) e peep toe nude (o nude continua no inverno, e alonga a silhueta porque dá a sensação de pés descalços).
Como os dedinhos ficam de fora nas duas composições, não esqueça de fazer as unhas - e se gostar, abuse do vermelho forte.


Para o trabalho, um passeio no parque ou no shopping... para o que quiser.
Aqui a base é formada por acessórios que todas devemos ter. Óculos escuros (mesmo em dias de chuva, tá?), anel dourado master, bolsa preta de mão e scarpin nude com uns detalhezinhos em onça.
O primeiro look é um despojado-chique. O toque chique fica por conta do blazer estampado com bordado que vai bem com uma regatinha branca por baixo (mas se você for mais ousada, mande ver numa vermelha, ou até uma dourada de paetês). O despojado é responsabilidade da calça boyfriend, hit das duas últimas estações e que continua. Um dos motivos desse sucesso todo é o conforto que a peça traz. Parece que a mulherada enjoou um pouco das super skinny, que apertam e acabam dando celulite e deformando a silhueta (é sim!).
O segundo look é um pouco mais sofisticado que o primeiro, mas não menos confortável. Só exige que você saiba se comportar com uma saia linda dessas. Acima do joelho, não é qualquer uma que pode usar (as pernas, mesmo as mais grossas, devem estar em dia com depialção e hidratação; além de exigir maneiras educadas de sentar e levantar). Mas é super chique e básica ao mesmo tempo. E nude! A camisetinha básica vermelha pode ganhar um toque sensual se for sobreposta por um colar de pérolas ou broche de rosas. Ser sensual não é mostrar tudo, ok? Mas abusar de acessórios que remetam a cenas eróticas (como as pin-ups ou cenas clássicas de fimes românticos) torna o visual sensual sem vulgaridade.


Agora é a vez da legging com camisa xadrez. Quem dera eu pudesse trabalhar assim, gente!
A legging preta até o tornozelo afina a silhueta. A maxi camisa xadrez vem com tudo nesse inverno, e aqui eu proponho três diferentes looks. A bolsa preta serve aos três, ok?
Para um clima menina romântica, a ideia é mesclar acessórios meigos. O cinto de laço é mega tendência, está super em vogo, e muita gente vai usar e abusar. Se você é a mais magra da turma, use abaixo da cintura, para aumentar o quadril. Se é o tipo curvilínea que usa 40, pode colocar na cintura mesmo. Mas se você passou do 42, que não é gorda, mas não quer o quadril super aumentado pelo efeito visual, pode usar acima da cintura. A tiara de flor fica melhor nos cabelos curtos, mas para quem quer exagerar no romantismo, pode agarrar com força a ideia. As pulseiras de tachas são uma maneira de quebrar um pouco o romantismo do look. A sapatilha vermelha segue a cor da camisa, mas não precisa. O legal é o peito do pé aparecendo para alongar um pouco mais a silhueta mesmo.
No alto, à esquerda, a ideia é um look despojado. Colete jeans pesado, nos pés o Conversé All Star em azul e um bracelete pesado, mas com um toque de brilho no strass. A echarpe dá um toque feminino ao look e brinca com o mix de estampas. Lembre-se de usar estampas que conversem entre si, ou seja, que tenham cores da estampa principal, mesmo que em tonalidades diferentes - nesse caso, o vermelho.
Na parte baixa, à esquerda, mais um look com colete. Mas dessa vez a proposta é um rock romântico. Algo como o som do The Cure em "Boys don't cry" ou do Aerosmith (AMO) em "Crazy". O colete com lacinho listrado (olha o mix de estampas aí, mas dessa vez só brincando com a padronagem, sem usar a cor) e a rosa pros cabelos dá esse tom de meiguice, e a bota de cano baixo traz o peso do rock 'n roll dos anos 80.

É isso! Espero que tenham curtido um pouco da consultoria. Não esqueçam que não precisa de muita coisa para se vestir bem, só um pouco de bom senso e de ideias!
Beijoooosss!!!

domingo, 2 de maio de 2010

O primeiro a gente nunca esquece...

Aposto que já pensaram besteira!!!!
rs

Olha o presente que ganhei da Délia (Kalanga Brazil) do blog Foi Assim...
Meu primeiro selinho!!!
Obrigaaaada!!!
E como tem que ser, vou deixar aqui pra quem eu passo adiante. E quem ganhar, passa pra mais dez. E tem que avisar quem ganhou, tá?
;)

1 - Janaína (Casa de Faz de Conta)
2 - Dricca Kastrup (Poutpourri)
3 - Dadi (http://dadibananinha.blogspot.com/)
4 - Vivi (Amo Craft)
5 - Juju (Apartamento Alugado)
6 - Érika (Narrativas e Divagações)
7 - Alinoca (Casa da Alinoca)
8 - Ana Medeiros (A Casa Que Minha Vó Queria)
9 - Lú (Studio da Lú)
10 - Flavia Ferrari (DECORACASA)

Dadi e Érika são amigas de vida real. As 7 primeiras me seguem (com a companhia de Délia) aqui no blog. As 3 últimas são companheiras de Twitter. Adoro todos os blogs. E as blogueiras tb.
Se eu fosse presentear todos os blogs que leio sempre, que adoro, não ia ter espaço suficiente.
Fica pro próximo selo.

Beijocas e boa semana!!!